Sem respostas prontas. Um espaço totalmente seu, para falar do que quiser e ser escutado. O que está acontecendo? Conta para mim.
A psicanálise oferece exatamente esse espaço: um lugar seguro, sem julgamento, onde o que dói pode ser dito e o que se repete pode começar a fazer sentido.
Se a relação machuca e o mal-estar vem do lugar que você ocupa nela, é preciso olhar para isso. Quando estar acompanhado exige carregar o peso de tudo sozinho ou performar uma versão de si para manter os laços, a sobrecarga cobra seu preço. A análise pode investigar o que sustenta esse peso.
Quando os mesmos padrões aparecem em relações diferentes, com pessoas diferentes, atenção. Quando o movimento de amar exige um esforço excessivo e provoca muito sofrimento, é importante se ouvir. O processo de análise oferece um espaço para que o que se repete ganhe sentido.
Quando o afeto vira apenas cobrança ou aquela sensação exaustiva de que você está sempre insistindo sozinho. Se o desencontro se repete e o afeto se tornou sinônimo de dor, talvez seja o momento de abrir espaço para se escutar e entender o que está em jogo no seu próprio desejo.
Quando uma perda pesa e o mundo exige que você siga em frente antes da hora, respeite o seu tempo. Seja o luto por uma morte real, por uma relação que ruiu ou por uma versão de si que ficou pelo caminho, essa dor merece lugar. A análise acompanha esse processo, sem julgamentos e sem pressa.
Quando a rotina engole os dias e você percebe que falta tempo e espaço para olhar para si e para o que realmente te convoca. Se viver virou apenas cumprir tarefas e o cansaço não passa com o descanso, o processo analítico pode oferecer o caminho para restabelecer o encontro com a sua história.
Quando o que você sente parece pequeno demais, estranho demais ou difícil de verbalizar, não se silencie. Se você passa os dias tentando dar conta de tudo sem que haja espaço para a sua própria voz, a análise oferece um lugar seguro para falar sem censura, permitindo que o confuso ganhe contorno.
Para quem vive relações que pesam, padrões que se repetem ou um cansaço que não passa, a psicanálise abre caminho para escolhas mais conscientes, vínculos mais saudáveis e uma vida vivida com mais autoria.

Oi! Meu nome é Giovanna, os pacientes e amigos preferem Gi.
Sou carioca, psicóloga e psicanalista. Me formei em Psicologia em 2020. Durante a graduação já comecei a atender e me dediquei à pesquisa em psicanálise. Ao todo, são oito anos escutando pessoas, e contando.
Sou Especialista em Psicologia Clínica e Psicanálise pela PUC-PR, onde pesquisei o amor através do olhar psicanalítico. Atualmente sou mestranda em Psicanálise, Saúde e Sociedade na UVA e graduanda em Filosofia na UNISINOS.
Fui paciente antes de ser analista. Foi na minha própria análise que encontrei espaço para cuidar do que dói e foi ela que me levou dos estudos e à construção da minha clínica.
Nenhuma outra abordagem fez tanto sentido com quem eu sou e com o que acredito. O espaço da sessão é do paciente e só. Não trabalho com respostas prontas. Cada encontro é único e, com o tempo, falar fica mais fácil.
Trabalho com uma escuta cuidadosa e ética do que dói, do que se repete, do que é difícil de falar, do que você quiser dizer. Com presença, acolhimento e alguma doçura. Sem pressa, sem exigência de performance e sem julgamento.
Caminhamos juntos. Vamos?

Às vezes o que machuca não é a relação em si, mas o lugar que ocupamos nela sem perceber. Amar é uma das coisas mais complexas que existe e, quando isso se torna sofrimento repetido, o processo de análise pode ajudar a entender o que está em jogo.
Quando os mesmos padrões aparecem em relações diferentes, com pessoas diferentes, isso não é coincidência. A análise oferece um espaço para que tudo isso comece a fazer sentido.
Nem toda perda tem nome ou data. Há lutos por pessoas que se foram, por relações que terminaram, por versões de si mesmo que ficaram pelo caminho. A análise acompanha esse luto sem pressa.
Um lugar onde você pode falar sem se censurar. O que parece pequeno demais, estranho demais ou difícil demais tem espaço para ser dito e escutado.
Se você quer falar e ser escutado, é suficiente. Não é preciso estar em crise, ter um diagnóstico ou saber exatamente o que te trouxe até aqui.
Talvez seja o cansaço que não passa. Uma relação que não funciona como você gostaria. Algo que se repete e você não entende o porquê. Uma sensação de que a vida está acontecendo sem muita participação sua.
Não há um sofrimento mínimo exigido para começar. A análise não é um recurso de emergência. É um espaço para quem quer parar, se escutar e viver com mais autoria.
Vamos?
A análise cria um espaço onde você para e se escuta.
No dia a dia, carregamos muita coisa sem conseguir nomear direito. O que machuca, o que se repete, o que imobiliza. Relacionamentos que não funcionam como a gente queria. Decisões que parecem impossíveis. Um cansaço que não passa com descanso. A sensação de que algo está errado mas você não sabe bem o quê.
Na análise, essas coisas ganham espaço para serem ditas. E quando são ditas, com atenção, sem pressa e sem julgamento, movimentos podem acontecer. O que era confuso pode ganhar contorno. O que se repetia pode começar a fazer sentido. O que era inconsciente tem a chance de se tornar consciente.
A partir daí, a mudança se torna possível. Escolhas mais suas, uma vida mais honesta ao se relacionar com você e com quem você ama.
A análise não muda o que aconteceu. Mas pode mudar a forma como você se relaciona com isso. E isso muda tudo.
As sessões acontecem online, semanalmente, em um horário que funcione bem para a gente. Você fala do que quiser, como vier à cabeça. Eu te escuto.
A sessão dura em torno de quarenta minutos. Não há roteiro nem objetivo pré-definido para cada encontro. O que importa é o que você traz.
Não sou uma analista de pouquíssimas palavras. Participo, pergunto, provoco quando necessário, mas as respostas são sempre suas.
Não existe um número pré-definido de sessões nem um tempo pré-determinado para o tratamento. A duração está diretamente ligada ao seu processo, ao que você traz, ao que emerge, ao que ainda precisa ser dito.
A psicanálise é um trabalho de médio e longo prazo porque é profunda. O que uma análise se propõe a fazer não permite atalhos. Mudanças reais levam tempo.
Todos os atendimentos são particulares e emito nota fiscal de todos os pagamentos.
Se você possui plano de saúde, vale verificar diretamente com ele a possibilidade de reembolso. Muitos planos cobrem atendimentos psicológicos particulares, total ou parcialmente.
Por normas do Conselho Federal de Psicologia, não é permitido divulgar valores em site. Entre em contato e terei prazer em explicar detalhes e formas de iniciar seu processo.
Às vezes o que pesa não tem nome ainda. Às vezes o que cansa não é a vida em si, mas o peso de carregá-la sem ser escutado. A análise oferece esse espaço: sem pressa, sem roteiro, sem respostas prontas. Podemos começar por aqui?
Se quiser tirar dúvidas ou agendar sua sessão, estou aqui para te ouvir. O primeiro passo começa com uma conversa.