Se você vive em relacionamentos que machucam e sente que, por mais que tente, algo sempre dá errado, saiba que não precisa viver assim.

Sem respostas prontas. Um espaço totalmente seu, para falar do que quiser e ser escutado. O que está acontecendo? Conta para mim.

A psicanálise oferece exatamente esse espaço: um lugar seguro, sem julgamento, onde o que dói pode ser dito e o que se repete pode começar a fazer sentido. 

Focos de Atendimento

Relacionamentos

Se a relação machuca e o mal-estar vem do lugar que você ocupa nela, é preciso olhar para isso. Quando estar acompanhado exige carregar o peso de tudo sozinho ou performar uma versão de si para manter os laços, a sobrecarga cobra seu preço. A análise pode investigar o que sustenta esse peso.

Repetição

Quando os mesmos padrões aparecem em relações diferentes, com pessoas diferentes, atenção. Quando o movimento de amar exige um esforço excessivo e provoca muito sofrimento, é importante se ouvir. O processo de análise oferece um espaço para que o que se repete ganhe sentido.

Frustração

Quando o afeto vira apenas cobrança ou aquela sensação exaustiva de que você está sempre insistindo sozinho. Se o desencontro se repete e o afeto se tornou sinônimo de dor, talvez seja o momento de abrir espaço para se escutar e entender o que está em jogo no seu próprio desejo.

Luto

Quando uma perda pesa e o mundo exige que você siga em frente antes da hora, respeite o seu tempo. Seja o luto por uma morte real, por uma relação que ruiu ou por uma versão de si que ficou pelo caminho, essa dor merece lugar. A análise acompanha esse processo, sem julgamentos e sem pressa.

Vazio

Quando a rotina engole os dias e você percebe que falta tempo e espaço para olhar para si e para o que realmente te convoca. Se viver virou apenas cumprir tarefas e o cansaço não passa com o descanso, o processo analítico pode oferecer o caminho para restabelecer o encontro com a sua história.

Silêncio

Quando o que você sente parece pequeno demais, estranho demais ou difícil de verbalizar, não se silencie. Se você passa os dias tentando dar conta de tudo sem que haja espaço para a sua própria voz, a análise oferece um lugar seguro para falar sem censura, permitindo que o confuso ganhe contorno.

A psicanálise não oferece receitas nem soluções rápidas. Oferece algo mais raro: um espaço onde você pode falar livremente, ser escutado com atenção e começar a se entender de um jeito que o dia a dia não permite.

Para quem vive relações que pesam, padrões que se repetem ou um cansaço que não passa, a psicanálise abre caminho para escolhas mais conscientes, vínculos mais saudáveis e uma vida vivida com mais autoria.

Prazer, Gi!

Oi! Meu nome é Giovanna, os pacientes e amigos preferem Gi.

Sou carioca, psicóloga e psicanalista. Me formei em Psicologia em 2020. Durante a graduação já comecei a atender e me dediquei à pesquisa em psicanálise. Ao todo, são oito anos escutando pessoas, e contando.

Sou Especialista em Psicologia Clínica e Psicanálise pela PUC-PR, onde pesquisei o amor através do olhar psicanalítico. Atualmente sou mestranda em Psicanálise, Saúde e Sociedade na UVA e graduanda em Filosofia na UNISINOS.

Fui paciente antes de ser analista. Foi na minha própria análise que encontrei espaço para cuidar do que dói e foi ela que me levou dos estudos e à construção da minha clínica.

Nenhuma outra abordagem fez tanto sentido com quem eu sou e com o que acredito. O espaço da sessão é do paciente e só. Não trabalho com respostas prontas. Cada encontro é único e, com o tempo, falar fica mais fácil.

Trabalho com uma escuta cuidadosa e ética do que dói, do que se repete, do que é difícil de falar, do que você quiser dizer. Com presença, acolhimento e alguma doçura. Sem pressa, sem exigência de performance e sem julgamento.

Caminhamos juntos. Vamos?

O que a análise pode oferecer?

Quando se relacionar é muito difícil

Às vezes o que machuca não é a relação em si, mas o lugar que ocupamos nela sem perceber. Amar é uma das coisas mais complexas que existe e, quando isso se torna sofrimento repetido, o processo de análise pode ajudar a entender o que está em jogo.

O que se repete

Quando os mesmos padrões aparecem em relações diferentes, com pessoas diferentes, isso não é coincidência. A análise oferece um espaço para que tudo isso comece a fazer sentido.

O luto que não passou

Nem toda perda tem nome ou data. Há lutos por pessoas que se foram, por relações que terminaram, por versões de si mesmo que ficaram pelo caminho. A análise acompanha esse luto sem pressa.

Um espaço de fala livre

Um lugar onde você pode falar sem se censurar. O que parece pequeno demais, estranho demais ou difícil demais tem espaço para ser dito e escutado.

O que dizem os pacientes:

Ainda com dúvidas?

Se você quer falar e ser escutado, é suficiente. Não é preciso estar em crise, ter um diagnóstico ou saber exatamente o que te trouxe até aqui.

Talvez seja o cansaço que não passa. Uma relação que não funciona como você gostaria. Algo que se repete e você não entende o porquê. Uma sensação de que a vida está acontecendo sem muita participação sua.

Não há um sofrimento mínimo exigido para começar. A análise não é um recurso de emergência. É um espaço para quem quer parar, se escutar e viver com mais autoria.

Vamos?

A análise cria um espaço onde você para e se escuta.

No dia a dia, carregamos muita coisa sem conseguir nomear direito. O que machuca, o que se repete, o que imobiliza. Relacionamentos que não funcionam como a gente queria. Decisões que parecem impossíveis. Um cansaço que não passa com descanso. A sensação de que algo está errado mas você não sabe bem o quê.

Na análise, essas coisas ganham espaço para serem ditas. E quando são ditas, com atenção, sem pressa e sem julgamento, movimentos podem acontecer. O que era confuso pode ganhar contorno. O que se repetia pode começar a fazer sentido. O que era inconsciente tem a chance de se tornar consciente.

A partir daí, a mudança se torna possível. Escolhas mais suas, uma vida mais honesta ao se relacionar com você e com quem você ama.

A análise não muda o que aconteceu. Mas pode mudar a forma como você se relaciona com isso. E isso muda tudo.

As sessões acontecem online, semanalmente, em um horário que funcione bem para a gente. Você fala do que quiser, como vier à cabeça. Eu te escuto.

A sessão dura em torno de quarenta minutos. Não há roteiro nem objetivo pré-definido para cada encontro. O que importa é o que você traz.

Não sou uma analista de pouquíssimas palavras. Participo, pergunto, provoco quando necessário, mas as respostas são sempre suas.

Não existe um número pré-definido de sessões nem um tempo pré-determinado para o tratamento. A duração está diretamente ligada ao seu processo, ao que você traz, ao que emerge, ao que ainda precisa ser dito.

A psicanálise é um trabalho de médio e longo prazo porque é profunda. O que uma análise se propõe a fazer não permite atalhos. Mudanças reais levam tempo.

Todos os atendimentos são particulares e emito nota fiscal de todos os pagamentos.

Se você possui plano de saúde, vale verificar diretamente com ele a possibilidade de reembolso. Muitos planos cobrem atendimentos psicológicos particulares, total ou parcialmente.

Por normas do Conselho Federal de Psicologia, não é permitido divulgar valores em site. Entre em contato e terei prazer em explicar detalhes e formas de iniciar seu processo.

Às vezes o que pesa não tem nome ainda. Às vezes o que cansa não é a vida em si, mas o peso de carregá-la sem ser escutado. A análise oferece esse espaço: sem pressa, sem roteiro, sem respostas prontas. Podemos começar por aqui?

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